Já tentei decifrar Maria, mas nunca consegui. Maria possui a alma moleca mas ao mesmo tempo seu olhar consegue ser tão maduro e cheio de aprendizados. Maria é meio termo. Maria é um pouco de tudo e isso se tornou meu vício. Ela gosta de natureza, eu prefiro cidade. Diz que houve Beatles, mas que gosta mesmo é de Capital. Seu pseudônimo é Natasha, mas ela ainda não fugiu de casa, pois já cansou de dizer que casa é diferente de lar, e seu lar é nos corações dos seus amores. Amores infinitos e ainda não conquistados. Da forma mais Maria, ela é tão Maria.
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"É que ultimamente eu ando tão sem sentimentos, sem fé. Não consigo manter meu olhar firme e nem focar a em algo. Os desencantos da vida me seguem e isso é tão difícil de descrever. Quando me perguntam se quero algo, eu logo digo que quero o amor. Nunca neguei o amor, nunca mais senti o amor."
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"Uma vez me falaram que amar é se jogar de um precipício sem saber se lá embaixo vai ter alguém para segurar a gente. Foi a melhor definição de amor que já ouvi. Eu, que escrevo tanto e leio tanta gente que fala dessas coisas que damos o nome de sentimento, nunca tinha escutado nada tão verdadeiro. Amar é isso mesmo. É se jogar e não saber. É se entregar sem ter certeza. Aos poucos, buscamos a certeza do amor. Porque o amor para ser amor precisa de certezas. A certeza do encontro, a certeza da continuidade, a certeza da presença, a certeza da verdade."
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Cruella De Vil
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